domingo, 27 de fevereiro de 2011

selinho de qualidade'

Super feliz por receber o selinho de Blog recomendadíssimo!

Obrigada Ninha por me dar o selinho ;) te amo Gata!




Regrinhas ;)


1- Repassar o selo a 15 blogs e avisar.


2-Responder as perguntas:


Nome: Amanda Vieira Borges


Uma música: Assinado eu - Tiê


Humor: Circunstâncial


Uma cor: Branco


Uma estação: Verão


Como prefere viajar: Carro


Um seriado: Tudo que é sólido pode derreter


Frase ou palavra mais dita por você:
Se eu ousar catar na superfície de qualquer manhã as palavras de um livro sem final,
VALEU A PENA . ♪


O que achou do selo: Gracioso!


*-*


Blog indicadíssimos:


Sucrilhos & Neuroses - http://sucrilhoseneuroses.blogspot.com/


1984 - http://umnoveoitoquatro.blogspot.com/


Eu nunca disse adeus - http://alinnevieira.blogspot.com/


Além da imaginação - http://anjoslaly.blogspot.com/


Francisco Castro - http://blogdefranciscocastro.blogspot.com/


A Dona de História - http://adonadehistoria.blogspot.com/


Continuar - http://maaiizinha.blogspot.com/


Borboletas azuis - http://borboletasazuiis.blogspot.com/


Diário de uma adolescente - http://diarioumaadolecente.blogspot.com/


Queira tocar o céu - http://lucianamira.blogspot.com/



(Bom galera não consegui indicar 15 blogs, pois nem sempre da para ler.
Portanto acima está os que eu mais visito.)

Aproveitando o espaço pra agradecer meus seguidores, e amigos, e todos que me dão a honra de vir, ler e comentar meus textos.

Beeijinhos ;

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011


Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Estouro


Se isso tudo foi verdade eu não sei.
Estava vivendo em fantasia, de repente minha bolha de sabão estourou e
eu me vi caindo como do céu ao chão.
Alguém julgava minha ilusões, não me culpe somos feitos para sonhar!

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Paciência - Lenine

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para...


Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...

Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...

O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...

Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Mediocridade .


mediocridade é estar diante de algo sublime e não se dar conta.





Chesterton

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

A caminho de casa.


Aquela trajetória nunca será a mesma.

Seria a ultima vez de ver aquelas pessoas daquele jeito!

As vidas seguem rumos diferente .

Nasceu um amor

" Mas eu não quis ir embora, não podia ir embora.
Como se nascesse ali um amor absoluto pelo homem que eu vi.
Poderia lhe entregar meu coração.
Alma, vida e até minha atenção. "
- Houve um amor absoluto pela vida, pelas pessoas que mal conhecida e pelas que tive o prazer de, um pouco, conhecer .

Jornada de cores

Entre jornais e jornadas as relações foram amarelo-intensas, muito além de nossas camisetas. Diferente do que esperávamos aquele listrado tradicional, o colorido nos surpreendeu tomando os lugares por onde passávamos.
Entre cadeiras azuis e lousas brancas nos envolvemos intimamente com imagens, palavras, sons e como isso pode ser um personagem para a divulgação cientifica e cultural, que todavia não deixa de ser liquida e misteriosa.
Em relações com máquinas, que podem nos revelar a vida em branco e preto forçando-nos a buscar na memória coisas antes desbotadas, descobrimos o poder das cores, sensações e texturas das imagens, dos sons, das palavras e das pessoas.
Em cada oficina podíamos observar o rosa que move e inspira cada profissional, que com muita dedicação nos levaram a uma viagem entre jornalismo, ciências sociais, literatura, história e filosofia. Tendo liberdade para pensar no mundo desconhecido, em tom de cinza claro, que há onde vivemos.
Como era? Como é? Como poderia ser? Como será?
Ao final, ao ligar o fio de cada realização podemos sentir algo profundo, verde intenso que preenche a alma, e o roxo de poder ter o trabalho em mãos com o “quadro que pintamos”.
Vale a pena manchar as roupas, as mãos e as conversas de tinta.




Amanda Vieira Borges - Ciência e Arte nas férias 2011
Labjor - Unicamp

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

A bailarina e o Astronauta - Tiê


Eu sou uma bailarina e cheguei aqui sozinha.
Não pergunte como eu vim,
porque já não sei de mim.
Do meu circo eu fui embora,
sei que minha família chora.
Não podia desistir,
se um dia, como um sonho ele apareceu pra mim.
Tão brilhante como um lindo avião.
Chamuscando fogo e cinzas pelo chão.
De repente como um susto,
num arbusto logo em frente,
aconteceu uma explosão,
afastando a minha gente.
Mas eu não quis ir embora, não podia ir embora.
Como se nascesse ali um amor absoluto pelo homem que eu vi.
Poderia lhe entregar meu coração.
Alma, vida e até minha atenção.
Mas vieram as sirenes e homens falando estranho.
Carregaram meu presente como se ele fosse um santo.
Dirigiam um carro branco e num segundo foram embora.
Desse dia até agora, não sei como, não pergunte, procuro por todo canto.
Astronauta, diz pra mim cade você? Bailarina não consegue mais viver!