sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Jornada de cores

Entre jornais e jornadas as relações foram amarelo-intensas, muito além de nossas camisetas. Diferente do que esperávamos aquele listrado tradicional, o colorido nos surpreendeu tomando os lugares por onde passávamos.
Entre cadeiras azuis e lousas brancas nos envolvemos intimamente com imagens, palavras, sons e como isso pode ser um personagem para a divulgação cientifica e cultural, que todavia não deixa de ser liquida e misteriosa.
Em relações com máquinas, que podem nos revelar a vida em branco e preto forçando-nos a buscar na memória coisas antes desbotadas, descobrimos o poder das cores, sensações e texturas das imagens, dos sons, das palavras e das pessoas.
Em cada oficina podíamos observar o rosa que move e inspira cada profissional, que com muita dedicação nos levaram a uma viagem entre jornalismo, ciências sociais, literatura, história e filosofia. Tendo liberdade para pensar no mundo desconhecido, em tom de cinza claro, que há onde vivemos.
Como era? Como é? Como poderia ser? Como será?
Ao final, ao ligar o fio de cada realização podemos sentir algo profundo, verde intenso que preenche a alma, e o roxo de poder ter o trabalho em mãos com o “quadro que pintamos”.
Vale a pena manchar as roupas, as mãos e as conversas de tinta.




Amanda Vieira Borges - Ciência e Arte nas férias 2011
Labjor - Unicamp