sábado, 4 de junho de 2011

A paixão segundo G.H. - Clarice Lispector XIV

Sou o silêncio gravado numa parede, e a borboleta mais antiga esvoaça e me defronta: a mesma de sempre. De nascer até morrer é o que eu me chamo de humana, e nunca propriamente morrerei.
Mas esta não é a eternidade, é a danação.

Um comentário:

♥ Luciana Mira ♥ disse...

Clarice e suas maravilhosas palavras!