segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Isaías 64: 4-9

Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aqueles que nele espera.
Sais ao encontro daquele que com alegria pratica a justiça, daqueles que se lembram de ti nos teus caminhos; eis que te iraste, porque pecamos; por muito tempo temos pecado e havemos de ser salvos?
Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades, como um vento, nos arrebatam.
Já ninguém há que invoque o teu nome, que se desperte e te detenha; porque escondes de nós o teu rosto e nos consomes por causa das nossas iniquidades.
Mas agora, ó Senhor, tu és nosso Pai, nós somos o barro, e tu, o nosso oleiro; e todos nós, obras das tuas mãos.
Não te enfureça tanto ó Senhor, nem perpetuamente te lembres da nossa iniquidade; olha, pois, nós te pedimos: todos nós somos o teu povo.

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